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By Karl Mannheim

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Assim, não há uma razão semelhante. ARTIGO V Se há uma única lei divina No que concerne ao quinto argumento, assim se procede. Parece ser a lei divina apenas uma. 1 – Com efeito, em um mesmo reino, sob um mesmo rei, há uma só lei. Ora, todo o gênero humano relaciona-se com Deus, como com um único rei, segundo o Salmo 46,8: “Deus é o rei de toda a terra”. Há portanto uma única lei divina. 2 – Além disso toda lei ordena-se ao fim intencionado pelo legislador quanto àqueles para os quais a promulga.

Assim, uma lei que conduza todos de modo perfeito à salvação não pode ser dada a não ser após o advento do Cristo. Antes, porém, foi necessário ao povo, do qual o Cristo deveria nascer, uma lei preparatória para o acolhimento do Cristo, na qual estivessem contidos certos rudimentos de justiça salutar. 3 – No que concerne ao terceiro argumento, deve dizer-se que a lei natural dirige o homem segundo certos preceitos comuns, perante os quais perfeitos e imperfeitos encontram-se na mesma situação: eis porque é ela uma só para todos.

Donde dizer Túlio em sua Retórica (Invent. , Livro 2, cap. 53, DD I, 165) que “o início do direito procede da natureza, em seguida algo veio a ser costume em virtude da utilidade da razão; posteriormente, as coisas produzidas pela natureza e aprovadas pelo costume, sancionou-as o medo das leis e a religião”. 1 – No que concerne ao primeiro argumento, deve dizer-se que a razão humana não pode participar do pleno ditame da razão divina, mas o faz de seu modo e imperfeitamente. Assim, do mesmo modo que na razão especulativa, por natural participação da divina sabedoria, é-nos inerente o conhecimento de alguns princípios comuns, não porém o conhecimento próprio de qualquer verdade, como está contida na divina sabedoria, da mesma forma, no que cabe à razão prática, o homem participa naturalmente da lei eterna segundo certos princípios comuns, não porém segundo as diretrizes particulares do singular, as quais, entretanto, estão contidas na lei eterna.

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by Thomas
4.1

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